Criança de 1 ano morreu após ser atingida no pescoço por linha cortante em Minas Gerais; caso gerou forte comoção nacional
A morte do pequeno Ravi Oliveira Dias, de apenas 1 ano e 9 meses, em , provocou forte repercussão e voltou a expor os riscos extremos provocados pelo uso de linhas com cerol e linha chilena em áreas urbanas. Segundo as investigações, a criança foi atingida no pescoço enquanto estava em um carrinho, em uma rua de Contagem, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. O caso gerou comoção nacional e aumentou a pressão por medidas mais rígidas de fiscalização, conscientização e punição contra o uso desse tipo de material cortante, proibido em diversos estados brasileiros.
A tragédia também trouxe novamente ao centro do debate a sensação de impunidade e a dificuldade de controle sobre práticas consideradas perigosas, especialmente durante períodos de férias e maior circulação de pipas nas cidades. Especialistas em segurança e autoridades alertam há anos para o potencial letal dessas linhas, que colocam em risco motociclistas, ciclistas, pedestres e crianças. O episódio reforça a necessidade de campanhas permanentes de prevenção e de atuação mais firme do poder público para evitar que novas famílias sejam destruídas por acidentes que poderiam ser evitados.
