Na votação, 13 vereadores se manifestaram favoravelmente e 8 foram contrários. A oposição tentou articular para alcançar os 14 votos necessários — o quórum de dois terços exigido para rejeitar as contas e tornar o ex-prefeito inelegível — mas não conseguiu atingir esse patamar. Dessa forma, manteve-se o parecer do TCE e Ivo Gomes preservou sua elegibilidade.
O Resultado reforça a autonomia do Legislativo municipal e expõe o cenário de disputas políticas dentro da Câmara. A decisão mostra como os alinhamentos e articulações entre parlamentares foram determinantes para o desfecho, garantindo ao ex-prefeito fôlego para seguir ativo no campo político.
Fonte: Blog do Célio Brito
